Depoimentos de alunos… (3)

Publico abaixo mais três depoimentos de alunos do Alongamento do Jean-Marie Dubrul. São os depoimentos de Aline, Wanda e Cida. Curiosamente, um deles está escrito em francês. Certamente, homenageando as origens desse grande mestre do Alongamento e do Ballet.
Beto Benjamin

Aline Juruena

Aline JuruenaTrabalhar o corpo de forma consciente, na minha opinião, é a melhor forma de equilibrar o coração e a mente. E é isso que faço, desde 2003, nas aulas de dança do meu grande mestre Jean-Marie.  Definir sua aula é um desafio. Nunca experimentei nada igual. Aprendi com ele a aceitar minhas frustrações e por isso mesmo, às vezes, consegui ir além.

Entendi a grande importância da respiração, para viver cada sensação do movimento e, o sentido de estar cem por cento no momento presente, com o foco certo do olhar. Assim, mudei meu corpo, minha maneira de enfrentar o mundo e, principalmente, aprendi a me amar cada dia mais. Na sua classe, todos podem entrar: ex-bailarinos, dançarinos, quem nunca dançou na vida, pessoas de todas as idades. O que importa, é a disposição para a superação e transformação de cada um.

O resultado, é um bem estar físico e mental, aumento da auto estima, confiança diante da vida, sensação de liberdade e saúde. Essa técnica mudou a minha vida. Me sinto privilegiada por ter encontrado o Jean- Marie e, ele sabe, o quanto o amo e sou grata de todo coração.

Wanda Costa

Wanda Costa

Wanda Costa: Selon lui, Jean Marie, mon maître préféré, “je le poursuis depuis très, très longtemps”… En fait, depuis au moins 15 ans, j’ai le privilège de fréquenter ses cours et de me sentir revitalisée par sa sagesse de corps et d’âme… Professeur d’allongement? Maître de ballet? Ou plutôt Philosophe du mouvement?

Celui qui nous apprend à danser la vie, “à faire du poids du corps un allié” et à se regénérer… Pour ne pas degénérer… Et si j’écris en français, c’est que nous avons une autre affinité: le fait d’être professeurs et l’amour pour la langue française.

Alors,  mouvement, rythme et son se retrouvent dans le corps qui parle ou dans la langue qu’on danse. Et ce ne sera jamais assez de le remercier pour le partage, pour sa présence, ses enseignements,  son esprit… Et surtout pour l’émotion qui naît de la musique qui ne pourrait manquer au paysage.

Cida Di Franco

Cida Di Franco

Cida Di Franco: Conheci Jean-Marie em 2006 através da minha comadre. Jean registrou um milestone na minha vida! AJMD (Antes Jean-Marie Dubrul), em que, eu era uma pessoa com uma postura desconfortável, pois sentia muita dor nas costas, com uma mobilidade & flexibilidade engessadas e hoje, DJMD (Depois Jean-Marie Dubrul), me sinto livre, leve e solta no andar, no sentir e no respirar! Muitas vezes saía da aula dele com o sentimento de derrota, mas, depois de uma noite com o eco nos ouvidos de suas palavras durante o sono, acordava renovada e feliz!

Suas palavras, pronunciadas com sotaque “frrranco-brrrasileiro arrrranhado” divertem, descontraem e, algumas vezes, nos chamam na chincha!

Jean-Marie tem um jeito, só seu e, “inimitável” de conduzir a gente, a perceber e aceitar nossos limites: vencer a inércia, a preguiça, a chuva, o frio, o calor, o engarrafamento e todas as adversidades da vida de uma metrópole, como o Rio de Janeiro, que sempre valem a pena para somar ao nosso construir diário, com a energia sólida e fluida do Jean ao final de cada aula!

Jean-Marie mexe com nossos átomos e moléculas!

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