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Retomando a entrevista com Pedro Gordilho, este é o terceiro post sobre sua aventura pela França e Espanha, seguindo um dos Caminhos de Santiago. Beto Benjamin: O que achou da história do monge budista que acabei de contar? Pedro Gordilho: Rapaz, essa metáfora lembrou que eu estava realmente fazendo duas viagens. Ambas importantes. Me fez recordar que nelas passávamos horas tagarelando. Jogando conversa fora. Falando pelos cotovelos. Falávamos de uma coisa, de… Ler mais

Aproveitando o embalo da peregrinação do Pedro Gordilho no Caminho da Santiago, das coisas que ouvi do monge budista em Bangcoc na Tailândia muito tempo atrás e as viagens que essa pandemia – querendo ou não – nos convida a fazer nos dias de hoje, fico muito à vontade para “viajar” com uma jovem destemida, pelos quatro cantos deste mundo. Ainda bem que é deste mundo… Estão todos convidados a viajar conosco!… Ler mais

Sira Quiroga – a protagonista Confesso que não sou fã de assistir séries de filmes. Muito menos de gostar de ver filme em casa. Sou de ir ao cinema. Cada doido com sua maluquice, não é? Mas qual não foi  a minha bela surpresa ao conferir, em dias distintos claro, os dezessete episódios que compõem a série O Tempo entre Costuras! Adorei! Evidente que não farei nenhum spoiler, em respeito àqueles que… Ler mais

Nesses tempos bicudos de Covid-19 com tantas “deaths, lives, fake news”, desgovernos e outros quejandos, me dediquei a criar – para não pirar – uma rotina de resistência dentro de casa, como todo mundo. Uma delas foi concluir esse post sobre o Caminho de Santiago percorrido por Pedro Gordilho, contendo a segunda parte da longa e divertida conversa que tivemos em Salvador. Coisa que estava devendo aos leitores há muito tempo. Pronto…. Ler mais

1. Como conheci o Pedro Tinha nome de apóstolo, de santo, braço direito do Chefe, pedra ou rochedo (Petrus em latim, vindo do grego Pétros ou do aramaico Cephas), vá lá. Ainda não existia Google mas, imagino que dona Maria Sanches e “Seu” José Geraldo – seus pais – devem ter feito essa pesquisa, antes de decidir por esse nome: Pedro mesmo, em bom português! A bem da verdade e de acordo… Ler mais

Finalizando o post anterior: O banho no rio Ao chegar das viagens de negócios, tio Valdimiro se aboletava em um dos muitos quartos daquela casa grande dos meus avós, à beira do Rio Cachoeira. Tirava os trajes de “cavalhadeiro” (chapéu, casaco de couro, botas com esporas etc.), colocava um calção e arrastava a meninada para o fabuloso banho no rio, que corria no fundo da casa e cortava toda a cidade. Seu… Ler mais