Finalizando o post anterior: O banho no rio Ao chegar das viagens de negócios, tio Valdimiro se aboletava em um dos muitos quartos daquela casa grande dos meus avós, à beira do Rio Cachoeira. Tirava os trajes de “cavalhadeiro” (chapéu, casaco de couro, botas com esporas etc.), colocava um calção e arrastava a meninada para o fabuloso banho no rio, que corria no fundo da casa e cortava toda a cidade. Seu… Ler mais

Se queres paz, prepara-te para a guerra! (provérbio latino)  Aquela imagem do corpo estendido dentro de um caixão de madeira maciça, marrom com um tampo de vidro e alças douradas jamais sairiam da minha cabeça! E ele estava lá dentro, imóvel, morto… Era meu tio. Chamava-se Valdimiro Mello Benjamin e era “cavalhadeiro“. Sabe o que é isso? Na verdade ele era muito mais. Eu só não sabia. Era criança. Tinha sete anos. Criança… Ler mais

Completando a trilogia de Em Busca da Leveza Perdida, falando de coisas que me foram significativas no ano passado, apresento um breve resumo de uma das aulas de Filosofia, cujo tema foi extraído da obra fenomenal do Marcel Proust Em Busca do Tempo Perdido. 4. O CURSO LIVRE DE FILOSOFIA DO AUTERIVES MACIEL JÚNIOR NO RIO DE JANEIRO Falando primeiro do professor: Auterives – nome para filósofo grego nenhum botar defeito. Acontece que… Ler mais

3. A EXIBIÇÃO DO FILME “OLHOS NEGROS” (OCI CIORNIE) E O DEBATE Prosseguindo a busca iniciada no post anterior, onde me propus a relatar assuntos que me foram importantes em 2018, apresento um evento que participei no Rio de Janeiro, que me pareceu singular: a exibição do filme Olhos Negros, seguida de um debate. Olha só o cartaz convidando para a exibição do filme: “Olhos Negros” e Outros Olhares! Não tá belíssimo? Vocês… Ler mais

1. DIVAGAÇÕES DE UM SER HUMANO SOBRE A BUSCA DA LEVEZA PERDIDA… Proust que me perdoe mas, nesse caso, não creio que seja o tempo… pelo menos agora! Se trata mesmo da leveza. Aquilo que nos sensibiliza, transforma e conduz a se integrar e fazer parte da Natureza!  Pensando no que escreveria no fim do ano passado para celebrar quatro anos do NuncaseSabe, nem pestanejei: resolvi que falaria sobre as coisas que… Ler mais

Árvore Uma árvore, outra árvore Cada uma de pé e ereta. O vento e o ar Dizem de sua distância. Mas abaixo da capa da terra Suas raízes se estendem E em profundezas que não se veem As raízes das árvores se entrelaçam Ai Qing, 1940 Ai Qing, é o poeta libertário chinês, e pai de Ai Weiwei. Quem leu o post anterior sabe. Quem não leu também não precisa ler. A vida… Ler mais