Mas, o que é isto? Vocês conheciam a Ná Ozzetti? Olha o show que ela dá com sua firme e belíssima voz, acompanhada pelo piano excepcional de André Mehmari. A canção se chama “Pérolas aos Poucos” mas, de pouco não tem nada mesmo. Não é? Beto Benjamin

Na qualidade de frequentador, de uns anos para cá, do Boulevard na ilha de Itaparica – bem como assíduo penetra das festas de aniversário do saudoso João Ubaldo Ribeiro – decidi me aventurar a garimpar a falta que ele faz aos seus amigos que sempre estão pela ilha, e olhem só a segunda parte do que registrei. Devo dizer que fiquei impressionado de início e depois profundamente tocado com o carinho, a admiração e a… Ler mais

Na qualidade de frequentador, de uns anos para cá, do Boulevard na ilha de Itaparica – bem como assíduo penetra das festas de aniversário do saudoso João Ubaldo Ribeiro – decidi me aventurar a garimpar a falta que ele faz aos seus amigos que sempre estão pela ilha, e olhem só a primeira parte do que registrei! Devo dizer que fiquei impressionado de início e depois profundamente tocado com o carinho, a admiração e a amizade… Ler mais

Quem não se encantaria com um vídeo desses? Cantado por uma voz tão portuguesa como a de Dulce Pontes, num clipe carregado de suavidade e poesia que vai crescendo, ganhando força e graça até desabar numa lusitana paixão pela infinitude e mistérios do amor e do mar… “Vem saber se o mar terá razão…” “Vem cá ver bailar meu coração…”

A baiana Andrea Ferrer dá sua interpretação à canção Marina dos Mares, composta por Carlinhos Brown e Geo Benjamin num clipe gravado por Pico Garcez nas praias de Salvador. Confiram o clipe e vejam mais sobre o trabalho da artista no site: http://www.cdandreaferrer.com.br Andrea fará um show no Rio de Janeiro dia 15 de maio de 2015, às 22h no Vizta – Hotel Marina Palace – Avenida Delfim Moreira 630 – 2o. andar –… Ler mais

Inaugurando a Galeria de Poesia do Nunca se Sabe, devo dizer que sou “fã de carteirinha” da poesia de Érico Braga Barbosa Lima. Nessa estréia, apresento o poema Cena XVI extraído do livro “Cenas de mortes Vulgares”. Dono de um estilo todo próprio, a poesia descomportada e desconstruída do Érico invade a nossa leitura, nos arrebata sem aviso prévio e nos conduz de forma vertiginosa por um turbilhão de nuances e sentires com palavras e versos dançando… Ler mais